

Cartografia dos Sentidos- Recife
Cartografia dos Sentidos – Recife é uma exposição-processo que transforma a cidade em matéria sensível e campo de disputa simbólica. Ao articular arte, ciência e tecnologia, o projeto convida o público a atravessar o território com o corpo, desestabilizando mapas oficiais e revelando camadas invisíveis de memória, conflito e imaginação. Mais do que representar a cidade, a obra a reinscreve como organismo vivo atravessado pela emergência climática e pelas desigualdades urbanas. Em sintonia com as políticas de Cultura e Clima, afirma a cultura como infraestrutura sensível para a regeneração dos territórios e convoca novos modos de habitar o futuro.
PÚBLICO
O projeto atende um público transgeracional
ÁREAS DE ATUAÇÃO E SERVIÇOS
Programas Museais Contínuos, Laboratório de Soluções Criativas
APOIO
Prefeitura do Recife, Universidade Federal Rural do Pernambuco, Fadurpe, SBPC
PATROCÍNIO
Ministério da Cultura; Banco do Nordeste

Museu Laboratório Itinerante
+ de 15.000 pessoas no lançamento
7 Cidade Contempladas


Histórico
O Cartografia dos Sentidos – Recife se configura como um dispositivo curatorial expandido que investiga o território como paisagem política, ecológica e simbólica. A exposição opera no cruzamento entre arte contemporânea, educação e tecnologias imersivas para instaurar um campo de experiência onde o visitante deixa de ser observador e passa a habitar criticamente a cidade.
Estruturado a partir de eixos como Arte e Emergência Climática, Cultura como Política Pública, Educação Territorial, Tecnologias Imersivas e Participação Social, o projeto desenvolve uma constelação de obras, instalações e dispositivos pedagógicos. Entre seus principais produtos estão o Mapa Gigante da Região Metropolitana do Recife, módulos expositivos sensoriais, ações formativas com escolas e comunidades, kits pedagógicos e conteúdos digitais interativos, que traduzem dados científicos em experiência estética e narrativa acessível.
O lançamento nacional ocorreu em 2025, durante a SBPC, marcando o reconhecimento da proposta junto à comunidade científica, educadores e agentes culturais. A forte adesão do público e a repercussão institucional posicionaram o projeto como uma referência emergente em museologia social, arte ambiental e territórios criativos, afirmando a cultura como tecnologia de leitura do mundo e ferramenta de transformação coletiva.
Extras


Estudante da rede pública de ensino do Recife sobre o Mapa Gigante

Produção e Coordenação: Maurício Panella | Design: Pablo Safí | Ilustração: Pablo Safí, Priscila Alvin | Comunicação: Maria Morena | Audiovisual: Maurício Panella | Mediação: Maria Morena, | Coordenação Educativa: Maurício Panella


































